segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Espanha




Barcelona é uma das mais interessantes cidades europeias. Pelo seu cosmopolitismo; pela gastronomia e movida, sobretudo na passerelle ininterrupta de Las Ramblas; pela moda que nela se dita e pelo design que nela se cria; pelos ares da montanha Montjuic e pelas irresistíveis águas do Mediterrâneo. E, sobretudo, pela obra ímpar de Antoni Gaudí. Esta é uma viagem à Barcelona de Gaudí.


Conhecer melhor o país que com Portugal forma a península Ibérica é quase uma obrigação. Porque é numa viagem a Espanha que podemos apreciar, por exemplo, a movida de Madrid, os delírios arquitectónicos de Gaudí, em Barcelona, ou a beleza vulcânica de Lanzarote. Num país de regiões autonómicas e Comunidades, sublinhe-se entre elas a Galiza, o país Basco, Castela - La Mancha, e as ilhas baleares e Canárias.




Viagem a Barcelona, Espanha
Barcelona é uma das mais interessantes cidades europeias. Pelo seu cosmopolitismo; pela gastronomia e movida, sobretudo na passerelle ininterrupta de Las Ramblas; pela moda que nela se dita e pelo design que nela se cria; pelos ares da montanha Montjuic e pelas irresistíveis águas do Mediterrâneo. E, sobretudo, pela obra ímpar de Antoni Gaudí. Esta é uma viagem à Barcelona de Gaudí.

Viagem a Madrid, Espanha
Há, sem sombra de dúvida, os apelos irrecusáveis dos museus, dos livros, do imenso e poderoso escrínio da cultura hispânica mas, acima de tudo, Madrid é uma tentação para os sentidos do viajante. Relato de uma viagem à multicultural capital espanhola.


Viagem a Lanzarote, Ilhas Canárias, Espanha
Em Lanzarote, a descoberta tem verdadeiramente início quando se deixa a capital Arrecife. Das praias de Famara ao vulcão Timanfaya, das paisagens ásperas da ilha à obra ímpar de César Manrique, relatos de uma viagem a Lanzarote - Reserva da Biosfera no arquipélago das Canárias.


Viagem a Valência, Espanha
Valência é uma cidade mediterrânica pela luz, pelo clima e pelo modo de viver e sentir das suas gentes. Moderna na expressão arquitectónica de vanguarda, conserva ao mesmo tempo um centro histórico carregado de sinais de um passado ligado aos tempos da Reconquista. Relato de uma bela viagem a Valência.

Viagem à região da Mancha, Espanha
Foi há quatrocentos anos, em Setembro de 1604, que Miguel de Cervantes obteve autorização régia para a publicação da primeira parte do D. Quixote de La Mancha. Hoje, viajar pela região da Mancha, onde decorreram as aventuras e desventuras do herói cervantino, não dispensa levar o livro na bagagem.




Viagem às Astúrias e Picos da Europa, Espanha
Uma viagem às Astúrias e à Cantábrica é bem mais do que uma imersão num inestimável património natural de que é ex-libris a cordilheira dos Picos da Europa. Oviedo, a capital das Astúrias, Gijón e Avilés formam uma espécie de triângulo dourado para o visitante.

Trekking no Parque Nacional de Aiguestortes, Espanha
Situado no eixo central dos Pirenéus, em Espanha, entre os 1.500 e os 3.000 metros de altitude, o Parque Nacional de Aiguestortes é um local extraordinariamente aprazível para trekkings.




Fotos de Barcelona, Espanha
Barcelona é, provavelmente, a mais extraordinária cidade de toda a Espanha e um incontornável destino turístico para os amantes das viagens, do lazer, da cultura e da arquitectura. Esta é uma viagem sensorial à Barcelona de Gaudí.








quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Amnistia Internacional



Amnistia Internacional





A Amnistia Internacional nasceu em 28 de Maio de 1961.

A sua criação teve origem numa notícia publicada no jornal inglês "The Observer" em que era referida a prisão de dois estudantes portugueses por terem gritado «Viva a Liberdade!» na via pública.








O advogado britânico Peter Benenson lançou então um apelo no sentido de se organizar uma ajuda prática às pessoas presas devido às suas convicções políticas ou religiosas, ou em virtude de preconceitos raciais ou linguísticos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

D. Ximenes Belo

Carlos Filipe Ximenes Belo nasceu a 3 de Fevereiro de 1948 em Vialacama, uma aldeia em Vemasse, Baucau, Timor-Leste.

Foi mandado para escolas missionárias em Baucau e Ossu, completando o seminário menor de Dare, em 1973. Em 1968, partiu para Lisboa para frequentar o liceu salesiano do Estoril.



Regressou a Díli em 1974, para ensinar no Colégio Salesiano de Fatumaca e a Lisboa em 1976, para estudar teologia , durante três anos, na Universidade Católica. Seguidamente foi enviado para Roma, onde prosseguiu os seus estudos eclesiásticos. De regresso a Portugal, em 1980, foi ordenado padre.

Um ano depois, volta a Timor, onde é nomeado director do Colégio de Fatumaca e desenvolve uma capacidade de se relacionar com os jovens. Os seus laços com a juventude do país forneceram-lhe a base para uma verdadeira ligação com aqueles que hoje desempenham um papel histórico para Timor.

Em 1983, o Papa João Paulo II nomeou-o administrador da Diocese de Díli e em 1988 foi ordenado bispo. Surpreendeu muita gente ao desenvolver uma personalidade dócil e jovial, tendo em conta a sua posição e um talento para as línguas (domina o tetun, português, inglês, italiano, bahasa indonésia e está a aprender outras).
Também possui experiência na administração eclesiástica, uma paixão por teologia, música clássica e futebol.
Com o tempo, tornou-se a única voz timorense insistentemente apelando para a paz e a liberdade.
Tem a coragem de condenar publicamente a crueldade e o abuso das forças armadas, a guerra psicológica e as constantes violações dos direitos humanos.
Por ocasião do Massacre de Santa Cruz (12 de Novembro de 1991) deu abrigo a mais de 250 pessoas, que tinham fugido, e acompanhou muitas delas até casa, quando se pensava que seria seguro.
No entanto, um grande número nunca mais foi visto desde esse dia fatídico.


Através das suas políticas administrativas, encorajou muitos esforços para desenvolver a tradição e cultura timorenses, contra as políticas de absorção da Indonésia.

O bispo tem de suportar a vigilância diária da polícia secreta, que observa todos os seus movimentos.
Os seus telefones estão sob escuta, o fax controlado, as visitas são observadas de perto. Em 1989 e 1991, foi alvo de tentativas de homicídio.
Os indonésios têm pressionado o Vaticano no sentido do seu afastamento.
Mas D. Ximenes persiste nos seus esforços corajosos para defender a justiça, a paz e a preservação da dignidade do seu povo e prossegue a tentativa de fomentar o diálogo com Jacarta, com vista à salvaguarda dos interesses dos timorenses.
Permanece como um dos símbolos da resistência e grande aliado dos timorenses contra a ocupação indonésia.
Em 1996, recebeu, juntamente com Ramos-Horta, o Prémio Nobel da Paz, pela sua defesa dos direitos do povo maubere. Este prémio trouxe novas esperanças à questão dos direitos humanos e da autodeterminação dos timorenses.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Os direitos humanos













Martin luther king



Martin Luther King nasceu em 15 de janeiro de 1929 em Atlanta na Georgia, filho
primogênitode uma família de negros norte-americanos de classe média. Seu pai era pastorbatista e sua mãeera professora. Com 19 anos de idade Luther King se tornou pastor batista e mais tarde seformou teólogo no Seminário de Crozer.
Também pós graduação na universidade de Boston,onde conheceu Coretta Scott, uma estudante de música com quem se casou.
Em seus estudos sededicou aos temas de filosofia de protesto não violento,inspirando-se nas ideias do hinduMohandas K. Gandhi.
Em 1954 tornou-sepastor da igreja baptista de Montgomery, Alabam
Em1955, houve um boicote ao transporte da cidade como forma de protesto a um atodiscriminatório a uma passageira negra, Luther King como presidente da associação deMelhoramento de Montgomery, organizou o movimento, que durou um ano, King eve sua casabombardeada.
Foi assim que ele iniciou a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos.
Em 1957Luther King ajuda a fundar a Conferência da Liderança Cristã no Sul (SCLC), uma organização deigrejas e sacerdotes negros.

Os direitos dos humanos

Mahatma gandhi


Gandhi (Devanagari , mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi ("Mahatma",
dosânscrito "A Grande Alma") (Nova Déli, 2 de Outubro de 1869 — Nova Déli, 30 de Janeiro
de1948).

Foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente
defensordo Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio derevolução. O princípio do satyagraha, frequentemente traduzido como "o caminho da verdade"ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de activistas democráticos , acistas,incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Frequentemente Gandhi afirmava asimplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).

Os direitos dos humanos

Nelson mandela


Nelson Rolihlahla Mandela (Qunu, 18 de julho de 1918) é um advogado, ex-líder rebelde e ex- presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Principal representante do movimento anti- apartheid, como activista, sabotador e guerrilheiro. Considerado pela maioria das pessoas o mguerreiro em luta pela liberdade, era considerado pelo governo sul-africano um terrorista.
Passou a infância na região de Thembu, antes de seguir carreira em Direito.
Em 1990 foi-lheatribuído o Prémio Lenine da Paz, que foi recebido em 2002.


Os direitos dos humanos

Alfred nobel

Alfred Bernhard Nobel (Estocolmo, 21 de Outubro de 1833 — San Remo, Itália, 10 de Dezembro de 1896) foi um químico e inventor sueco.
A dinamite expandiu-se rapidamente por todo o mundo.
Nobel dedicava muito tempo aos seus laboratórios, de onde saíram outros inventos (já não relacionados com explosivos), tais como a borracha sintética.
Em 1900 foi criada a Fundação Nobel que atribuía cinco prémios em áreas distintas: Química, Física, Medicina, Literatura (atribuídos por especialistas suecos) e Paz Mundial (atribuído por uma comissão do parlamento norueguês).
Em 1969 criou-se um novo prémio na área da
Economia (financiado pelo Banco da Suécia), o Prémio de Ciências Económicas em memória de Alfred Nobel.
Mas de facto, esse prémio não tem ligação com Alfred Nobel, não sendo pago com o dinheiro privado da Fundação Nobel, mas com dinheiro público do banco central sueco, embora os ganhadores sejam também escolhidos pela Academia Real das Ciências da Suécia.
O vencedor do Prémio Nobel recebe uma medalha Nobel em ouro e um diploma Nobel.
A importância do prémio varia segundo as receitas da Fundação obtidas nesse ano.
Assim, nasceu o Prémio Nobel, concedido todos os anos pela Real Academia de Ciências da Suécia.