segunda-feira, 20 de abril de 2009

Netiquette



Tal como no mundo real existem regras de “Etiqueta” e “Boas Maneiras”, também no Mundo Virtual existem regras de conduta. A Netiqueta define todo o tipo de comportamento de um usuário dentro da Internet, nomeadamente na comunicação virtual, e por conseguinte, também, dentro de uma rede de IRC. A fim de sermos bem recebidos no ambiente virtual em que pretendemos circular, convém respeitar os seguintes itens:
- Não gritar;
- Respeitar para ser respeitado;
- Tratar os outros como gostamos que nos tratem;
- Ficar um tempo a observar a conversa do(s) canais, caso seja um newbie nas salas de Chat, IRC e afins.
- Usar os “Smiles ou Emoticons” para evitar mal-entendidos;
- Evitar, nos canais, comentários sobre sexo, religião e política, a menos que estes sejam os assuntos em discussão. ;
- Evitar também escrever em caixa alta, a não ser que pretenda ressaltar as suas palavras ou opiniões.;
- Não expulsar alguém da conversa, por inconveniência, (com excepção dos crackers…). Usar a força das ideias lembrando-se que ser democrata é dar a palavra a quem tem opiniões divergentes das nossas;
- Não responder de forma grosseira, mesmo que usem de grosseria connosco. Afinal, pessoas inteligentes privilegiam os argumentos contra a falta deles… Porém, quando a pessoa não merecer a nossa atenção por falta de modos, devemos simplesmente ignorá-la ou colocá-la na “Ignore List”.
- Apesar de estarmos num ambiente virtual, não somos obrigados a suportar má educação ou grosseria.


Devemo-nos lembrar que o e-mail é um meio rápido de trocar de mensagens, onde brevidade e objectividade são fundamentais. Para tal é bom não enviarmos ficheiros em anexo sem autorização prévia do destinatário. Devemo-nos ainda certificar de que eles não serão nem demorados para se receber, nem complicados para se visualizar, isto é, que não requeiram um aplicativo de uso pouco disseminado.

Fonte:

Trabalho realizado na disicplina de Tic

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Emanuel








É o melhor cantor pimba portugues . Emanuel nasceu em Covas do Douro, e é o primeiro de quatro filhos.






Deixou a sua terra e partiu para Lisboa, aos 10 anos, em busca de um melhor futuro. Começou a aprender a tocar guitarrra clássica em 1973.







Tornou se mais tarde professor deste instrumento. Dá aulas de música durante os próximos 8 anos, dirige pequenas orquestras, integra grupos musicais, toca em bares e lança um disco só com instrumentais.





Abriu em 1986 um estúdio de música e grav diversos artistas, contando-se entre eles José Malhoa, Cândida Branca Flor, entre outros.


Lança o seu primeiro disco "Tu sabes que já foste minha" e começa a actuar com regularidade em Portugal. Em 1995 lança o seu disco de hit com mais de meio milhão de cópias vendidas "Pimba, Pimba".



Seguem-se o lançamento de vários discos de sucesso, sempre com aquele sentimento "pimba", do qual nós não nos cansamos de ouvir.




Por tudo isto, Emanuel é certamente o maior cantor de músicas populares e portuguesa!





O ultimo disco é: O meu coração fez bum bum.


Links:

http://www.my-celebrities.com/?page=sit_det&ids=52
http://www.emanuel.pt/
http://www.youtube.com/watch?v=IrrCtKpVavw
http://www.pautamusical.com/emanuel-pimba/

quarta-feira, 4 de março de 2009

Timor Leste

A origem dos pedidos tem proveniência tão diversa como de Portugal (28.59%), Austrália (2.78%), Brasil (1.7%), mas também Federação Russa, Japão, México entre outros.


Timor-Leste é responsável por 5.92% do total de pedidos de página, com tendência para crescer.A página do Turismo de Timor-Leste cuja concepção e grafismo está a cargo do GERTiL (Grupo de Estudos e Reconstrução de Timor-Leste), tem o apoio da Cooperação Portuguesa e da Direcção de Serviços de Turismo de Macau.



Após a promulgação pelo Presidente da República, Ray Kala Xanana Gusmão, e posterior publicação em Jornal da República, o Governo de Timor-Leste solicitará à OMT que acolha a Mais Jovem Nação do Mundo na grande família internacional do Turismo.



O Turismo de Timor-Leste participou, pela segunda vez, na PATA Travel Mart, realizada em Banguecoque, Reino da Tailândia, de 22 a 25 de Setembro.


O evento, que reúne profissionais do sector nesta região do mundo, terá lugar entre 22 e 24 de setembro de 2004 em Banguecoque na Tailândia. L


Foi oficialmente lançado o sítio do Turismo de Timor-Leste na internet. O sítio foi criado para apresentar informação geral sobre o país e sua indústria turística.




Textos, imagem e diversos conteúdos multimédia apresentam as atracções e actividades turísticas do país, bem como indicações e sugestões para todos os que pensam visitar Timor-Leste. Esperamos que estas informações o apoiem nos seus planos de viagem e que decida vir visitar-nos em breve
A ilha de Timor situa-se entre o sudoeste asiático e o Pacífico sul, a cerca de 500 km da Austrália, e é uma das ilhas mais orientais do arquipélago indonésio.



Está dividida em Timor-Oeste (a parte legítima da Indonésia) e Timor-Leste, ocupado desde 1975 pelo regime vizinho.

O território em si tem a área de 18.899 km2, sendo constituído pelo enclave de Oe-Cusse (na costa norte de parte ocidental), pela ilha de Ataúro (a 23 km de Díli), o ilhéu de Jaco (separado por canal da ponta leste) e a metade oriental da ilha de Timor.



Numa zona de encontro de culturas, em Timor-Leste cruzam-se a cultura melanésia (do Pacífico sul), a malaio-polinésia (do sudoeste asiático) e a católica latina (da Europa, nomeadamente, de Portugal). José Ramos-Horta confirma esta diversidade dizendo:


«Ainda somos orgulhosos súbditos da Pátria Lusa, apesar de que a maioria de nós, melanésios, não passa despercebido nas ruas lisboetas.


(Eu lá me vou safando graças a um pai originário da Figueira da Foz.)». No que diz respeito aos recursos naturais, Timor-Leste tem uma agricultura rica, se bem explorada, e tem também importantes reservas petrolíferas (em parte responsáveis pela cobiça indonésia e pela indiferença dos vários países com interesses na região).


Historicamente, o território foi uma colónia portuguesa desde o século XVI; esteve ocupado pelo Japão durante três anos, na altura da 2ª Grande Guerra Mundial e foi palco de uma cruel invasão indonésia em Dezembro de 1975.



Timor-Leste não tem uma história fácil, mas de quem guarda melhores recordações, apesar de tudo, é de Portugal: «(...) de uma maneira geral, direi sem hesitação que Timor-Leste ficou a dever quase tudo, o pouco que teve de riqueza intelectual, espiritual, moral e religiosa, aos missionários que se enraizaram naquela ilha bastarda.


O Estado pouco fez ao longo de séculos. Sem o papel da Igreja, que ergueu as belas escolas de Saibada, Maliana, Ossu e o seminário de Dare, Timor-Leste teria sido muito pobre.



O Chefe de Estado do Timor Leste é o Presidente de Timor-Leste, que é eleito pelo voto popular para um mandato de cinco anos. Embora o papel seja largamente simbólico, o presidente não tem poder de veto sobre certos tipos de legislação.



Após as eleições, o presidente designa o líder do maior partido ou coligação maioritária como o Primeiro-Ministro de Timor-Leste. Como chefe do governo, o primeiro-ministro preside a Conselho de Estado ou de governo.


O parlamento de câmara única é o Parlamento Nacional ou Parlamento Nacional, cujos membros são eleitos pelo voto popular para um mandato de cinco anos. O número de bancos pode variar entre um mínimo de 52 a um máximo de 65, embora excepcionalmente tenha 88 membros, actualmente, devido a este ser o seu primeiro mandato. A Constituição timorense foi decalcada da de Portugal. O país ainda está no processo de construção da sua administração e instituições governamentais.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Canadá

É o segundo maior país do mundo em extensão territorial, sendo superado apenas pela Rússia.O Canadá ocupa praticamente toda a metade norte do continente norte-americano, tendo como único país a lhe fazer divisa os Estados Unidos da América, tanto ao sul (os 48 estados contíguos) como ao noroeste (com o estado do Alasca).

Ao norte localiza-se o oceano Ártico, a oeste, o oceano Pacífico, e a leste, o oceano Atlântico e a Groenlândia. Sua capital é a cidade de Ottawa.



O Canadá é uma federação, apresentando como forma de governo uma monarquia constitucional e uma democracia parlamentar como sistema político.


Citui-se de dez províncias e três territórios. O chefe de Estado do país é a rainha Elizabeth (Isabel) II do Reino Unido - um símbolo dos laços históricos do Canadá com o Reino Unido — e o governo é dirigido por primeiro-ministros. O atual primeiro-ministro do Canadá é Stephen Harper.


O Canadá obteve sua independência em 1 de julho de 1867, do Reino Unido, através da união de três colônias britânicas, a Província do Canadá (atual Ontário e Quebec), a Nova Brunswick e a Nova Escócia.

O Ministério das Relações Exteriores do Canadá, porém, continuou a ser controlado pelo Reino Unido. Em 1931, segundo os termos do Estatuto de Westminster, o Canadá adquiriu soberania sobre seu Ministério das Relações Exteriores, e qualquer ato aprovado pelo Parlamento do Reino Unido não teria efeito no Canadá sem o consentimento deste.

Quaisquer poderes e direitos que o Reino Unido possuía sobre o Canadá no papel foram removidos no Canada Act (ou Loi de 1982 sur le Canada em francês) de 1982. O gentílico do país é canadense.


Estados Unidos, que se estende desde o Oceano Atlântico até o Oceano Pacífico, enquanto o norte do país é escassamente povoado devido ao seu clima severo.


O Canadá é considerado um dos países mais multiculturais do mundo. Tendo sido colonizada por franceses e ingleses, cerca de 45% da população do Canadá possui ascendência inglesa, escocesa ou irlandesa, e aproximadamente um quarto da população do país possui algum grau de ascendência francesa.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Espanha




Barcelona é uma das mais interessantes cidades europeias. Pelo seu cosmopolitismo; pela gastronomia e movida, sobretudo na passerelle ininterrupta de Las Ramblas; pela moda que nela se dita e pelo design que nela se cria; pelos ares da montanha Montjuic e pelas irresistíveis águas do Mediterrâneo. E, sobretudo, pela obra ímpar de Antoni Gaudí. Esta é uma viagem à Barcelona de Gaudí.


Conhecer melhor o país que com Portugal forma a península Ibérica é quase uma obrigação. Porque é numa viagem a Espanha que podemos apreciar, por exemplo, a movida de Madrid, os delírios arquitectónicos de Gaudí, em Barcelona, ou a beleza vulcânica de Lanzarote. Num país de regiões autonómicas e Comunidades, sublinhe-se entre elas a Galiza, o país Basco, Castela - La Mancha, e as ilhas baleares e Canárias.




Viagem a Barcelona, Espanha
Barcelona é uma das mais interessantes cidades europeias. Pelo seu cosmopolitismo; pela gastronomia e movida, sobretudo na passerelle ininterrupta de Las Ramblas; pela moda que nela se dita e pelo design que nela se cria; pelos ares da montanha Montjuic e pelas irresistíveis águas do Mediterrâneo. E, sobretudo, pela obra ímpar de Antoni Gaudí. Esta é uma viagem à Barcelona de Gaudí.

Viagem a Madrid, Espanha
Há, sem sombra de dúvida, os apelos irrecusáveis dos museus, dos livros, do imenso e poderoso escrínio da cultura hispânica mas, acima de tudo, Madrid é uma tentação para os sentidos do viajante. Relato de uma viagem à multicultural capital espanhola.


Viagem a Lanzarote, Ilhas Canárias, Espanha
Em Lanzarote, a descoberta tem verdadeiramente início quando se deixa a capital Arrecife. Das praias de Famara ao vulcão Timanfaya, das paisagens ásperas da ilha à obra ímpar de César Manrique, relatos de uma viagem a Lanzarote - Reserva da Biosfera no arquipélago das Canárias.


Viagem a Valência, Espanha
Valência é uma cidade mediterrânica pela luz, pelo clima e pelo modo de viver e sentir das suas gentes. Moderna na expressão arquitectónica de vanguarda, conserva ao mesmo tempo um centro histórico carregado de sinais de um passado ligado aos tempos da Reconquista. Relato de uma bela viagem a Valência.

Viagem à região da Mancha, Espanha
Foi há quatrocentos anos, em Setembro de 1604, que Miguel de Cervantes obteve autorização régia para a publicação da primeira parte do D. Quixote de La Mancha. Hoje, viajar pela região da Mancha, onde decorreram as aventuras e desventuras do herói cervantino, não dispensa levar o livro na bagagem.




Viagem às Astúrias e Picos da Europa, Espanha
Uma viagem às Astúrias e à Cantábrica é bem mais do que uma imersão num inestimável património natural de que é ex-libris a cordilheira dos Picos da Europa. Oviedo, a capital das Astúrias, Gijón e Avilés formam uma espécie de triângulo dourado para o visitante.

Trekking no Parque Nacional de Aiguestortes, Espanha
Situado no eixo central dos Pirenéus, em Espanha, entre os 1.500 e os 3.000 metros de altitude, o Parque Nacional de Aiguestortes é um local extraordinariamente aprazível para trekkings.




Fotos de Barcelona, Espanha
Barcelona é, provavelmente, a mais extraordinária cidade de toda a Espanha e um incontornável destino turístico para os amantes das viagens, do lazer, da cultura e da arquitectura. Esta é uma viagem sensorial à Barcelona de Gaudí.








quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Amnistia Internacional



Amnistia Internacional





A Amnistia Internacional nasceu em 28 de Maio de 1961.

A sua criação teve origem numa notícia publicada no jornal inglês "The Observer" em que era referida a prisão de dois estudantes portugueses por terem gritado «Viva a Liberdade!» na via pública.








O advogado britânico Peter Benenson lançou então um apelo no sentido de se organizar uma ajuda prática às pessoas presas devido às suas convicções políticas ou religiosas, ou em virtude de preconceitos raciais ou linguísticos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

D. Ximenes Belo

Carlos Filipe Ximenes Belo nasceu a 3 de Fevereiro de 1948 em Vialacama, uma aldeia em Vemasse, Baucau, Timor-Leste.

Foi mandado para escolas missionárias em Baucau e Ossu, completando o seminário menor de Dare, em 1973. Em 1968, partiu para Lisboa para frequentar o liceu salesiano do Estoril.



Regressou a Díli em 1974, para ensinar no Colégio Salesiano de Fatumaca e a Lisboa em 1976, para estudar teologia , durante três anos, na Universidade Católica. Seguidamente foi enviado para Roma, onde prosseguiu os seus estudos eclesiásticos. De regresso a Portugal, em 1980, foi ordenado padre.

Um ano depois, volta a Timor, onde é nomeado director do Colégio de Fatumaca e desenvolve uma capacidade de se relacionar com os jovens. Os seus laços com a juventude do país forneceram-lhe a base para uma verdadeira ligação com aqueles que hoje desempenham um papel histórico para Timor.

Em 1983, o Papa João Paulo II nomeou-o administrador da Diocese de Díli e em 1988 foi ordenado bispo. Surpreendeu muita gente ao desenvolver uma personalidade dócil e jovial, tendo em conta a sua posição e um talento para as línguas (domina o tetun, português, inglês, italiano, bahasa indonésia e está a aprender outras).
Também possui experiência na administração eclesiástica, uma paixão por teologia, música clássica e futebol.
Com o tempo, tornou-se a única voz timorense insistentemente apelando para a paz e a liberdade.
Tem a coragem de condenar publicamente a crueldade e o abuso das forças armadas, a guerra psicológica e as constantes violações dos direitos humanos.
Por ocasião do Massacre de Santa Cruz (12 de Novembro de 1991) deu abrigo a mais de 250 pessoas, que tinham fugido, e acompanhou muitas delas até casa, quando se pensava que seria seguro.
No entanto, um grande número nunca mais foi visto desde esse dia fatídico.


Através das suas políticas administrativas, encorajou muitos esforços para desenvolver a tradição e cultura timorenses, contra as políticas de absorção da Indonésia.

O bispo tem de suportar a vigilância diária da polícia secreta, que observa todos os seus movimentos.
Os seus telefones estão sob escuta, o fax controlado, as visitas são observadas de perto. Em 1989 e 1991, foi alvo de tentativas de homicídio.
Os indonésios têm pressionado o Vaticano no sentido do seu afastamento.
Mas D. Ximenes persiste nos seus esforços corajosos para defender a justiça, a paz e a preservação da dignidade do seu povo e prossegue a tentativa de fomentar o diálogo com Jacarta, com vista à salvaguarda dos interesses dos timorenses.
Permanece como um dos símbolos da resistência e grande aliado dos timorenses contra a ocupação indonésia.
Em 1996, recebeu, juntamente com Ramos-Horta, o Prémio Nobel da Paz, pela sua defesa dos direitos do povo maubere. Este prémio trouxe novas esperanças à questão dos direitos humanos e da autodeterminação dos timorenses.